A Ciência e a espiritualidade se encontram
Lembro que aprendemos na infância aquela famosa frase de Antoine-Laurent de Lavoisier: “Na natureza, nada se cria, nada se perde e tudo se transforma.” Aos 8 ou 9 anos, eu não tinha ideia de que esse conceito ia muito além das aulas de ciências. Hoje, compreendo como o ThetaHealing e a perda se conectam, pois a técnica proporciona exatamente essa expansão da mente para entendermos que tudo já existe em algum nível de energia.
O ThetaHealing® proporciona exatamente essa expansão da mente. Ele nos permite acessar informações em sua origem, auxiliando no autoconhecimento e na compreensão da vida como um Todo. Partindo do princípio de que nada se cria na natureza, entendemos que tudo já existe em algum nível de consciência ou energia.
A Conexão energética que nos une
Tudo ao nosso redor é energia. Essa força que habita células, átomos e elétrons é a própria energia Criadora que sempre existiu. Visto que nada se perde e tudo se transforma em um processo evolutivo constante, a conclusão lógica é que a perda não existe e a separação é apenas uma ilusão.
Estudos científicos confirmam essa unidade através do entrelaçamento quântico. Se dividirmos um elétron e estimularmos uma metade aqui na Terra, a outra metade, mesmo na Lua, sentirá o impulso instantaneamente. Dessa maneira, estamos todos conectados independentemente de tempo e espaço. Nunca houve uma separação real, pois somos um, ligados pela energia Criadora de infinitas possibilidades e puro amor.
O Medo herdado dos nossos ancestrais
Então, por que ainda sentimos tanto medo da perda? Esse sentimento geralmente nasce de crenças profundas, trazidas pelos nossos ancestrais através do DNA. Para o subconsciente deles, temer a separação era uma forma de proteção para valorizar, honrar e preservar o que se tinha no presente. Contudo, precisamos nos questionar: essa ilusão de medo realmente funciona para evitar a dor?
Acredito que podemos honrar e apreciar tudo o que temos sem precisar carregar o peso do medo. Ao pararmos de emitir esse sinal de escassez, naturalmente diminuímos a frequência com que recebemos situações de perda. Na verdade, não perdemos um ente querido; apenas testemunhamos a matéria se transformando em uma energia que não podemos mais tocar, mas que ainda podemos sentir.
Transformando o olhar: do apego ao ganho
Muitas vezes pensamos que perdemos tempo, quando, na verdade, estamos vivendo o aprendizado necessário para desenvolver virtudes futuras. Igualmente, não perdemos bens materiais; apenas liberamos energia estagnada para que o novo possa chegar até nós. O segredo está em escolher aprender com cada acontecimento.
Caso consigamos desviar o foco do apego, da falta e do medo, abrimos espaço para uma nova percepção. Ao focarmos na ideia de que o que chamamos de “perder” pode, na verdade, trazer grandes bênçãos, mudamos nossa vibração. Logo, chegamos à conclusão libertadora de que não existe perda nem separação: o que existe, de fato, são Ganhos e União!

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